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BLOGS: Jair Naves – Livraria da Esquina – Jun 201106/06/2011 | 17:25

Na noite de sábado (04) o músico Jair Naves, lançou seu novo single “Um Passo Por Vez” com um show na Livraria da Esquina. Entre gritos de raiva, belas melodias e algumas piadas, Jair provou no palco por que tem recebido tanta atenção da crítica e do público desde o lançamento de seu primeiro EP, “Araguari”. O Difusor Sonar falou com o músico sobre seu primeiro disco, influências, o passado, o futuro e a sensação de se apresentar com seu nome de batismo.

Foto por: Oswaldo Corneti/WST

DF: Você lançou a pouco tempo o Ep “Araguari” e agora está lançando o single de “Um Passo Por Vez”, com duas faixas. Isso foi planejado ou a idéia surgiu após a boa receptividade do EP?
Jair Naves: Foi acidental. Na verdade essas duas músicas eram registros do que era pra ser um disco mesmo. Só que durante o processo de gravação a gente gravou e viu que não estava funcionando. A gente pretende dar outra cara para o disco, mas essas duas músicas acabaram ficando muito boas. A gente não sabe se vamos aproveitá-las pro disco ou não, então a gente resolveu lançar pra ver o que as pessoas achariam. Agora a gente vai começar a gravação (do disco) de verdade e vamos ver o que vai sair.
DF: O repertório do disco será só de inéditas?
Jair Naves: A intenção é ter só material inédito. Talvez a gente regrave “Silenciosa” porque tem um arranjo diferente com a banda e é uma música que as pessoas conhecem. Mas a minha intenção é a de ter só coisas novas. Eu tenho composto bastante e eu não gosto de ficar revivendo o passado, seja de qual forma for. Tem muita coisa que a gente ainda não mostrou para as pessoas, então eu prefiro lançar um material inédito.

 

DF: Você sente uma cobrança maior por se apresentar como solista e não com uma banda?
Jair Naves: Sem dúvida nenhuma. Não só os shows, mas tudo o que envolve: lançamentos e tudo mais… Você dá a cara mais a bater e é uma coisa que é difícil. Quando você tem uma banda você tem um ‘nome fantasia’, ‘pessoa jurídica’. Agora é o meu nome ali, se as pessoas não gostam elas falam ‘ah, eu não gosto do fulano de tal…’, e é o nome que está no meu RG, sabe? Mas eu me sinto melhor trabalhando assim. Eu não corro o risco de ser autoritário nem nada, e se por ventura algum músico não puder mais tocar comigo a gente muda. Eu estou muito feliz com a forma que a gente está trabalhando isso. Eu devia ter isso até a mais tempo, na verdade. A minha banda anterior (Ludovic) já era uma carreira solo só que não declarada. Eu fazia as músicas, eu pagava as contas, eu marcava ensaio, marcava show… Agora está mais justo nesse sentido.

Foto por: Oswaldo Corneti/WST

 

DF: Quando sai o primeiro disco?
Jair Naves: Quero lançar no começo do ano que vem, no primeiro trimestre. Era para sair esse ano mas, eu prefiro deixar o tempo passar pra que eu me distancie um pouco dessas músicas e não faça algo com a mesma sonoridade e as mesmas influências. Acho que vai ser melhor lançar no começo do ano que vem, para pegarmos esse final de ano e compor o que falta e ter mais material para escolher.

 

 

Foto por: Oswaldo Corneti/WST

DF: Você tocou no show de lançamento uma versão de “Lounge Act”, do Nirvana. Quais artistas você costuma fazer versões agora que está em carreira solo?
Jair Naves: A gente toca Nirvana, Maysa, Tiê, Devotos do Ódio, muito Buzzcocks engatilhado, Bikini Kill às vezes… Vou revisitando as coisas que significaram alguma coisa para mim em algum momento da minha vida. O Nirvana foi uma banda que mudou a minha vida e a vida de toda a minha geração. Eu, certamente, só comecei a tocar por causa do Nirvana. Tem várias bandas punk que eu conheci através do Nirvana. É meio heresia, porque é uma coisa tão fácil de tocar, tão clássica e tão intocável que eu me sinto muito bem tocando. Mas só quando a gente sente que é necessário. Hoje a gente achou que seria legal tocá-la.

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Por: difusor


INDEPENDENTES: Independente ou “Independent”?21/11/2010 | 05:47

O que um tem a ver com o outro? Muito mais do que você pode imaginar.

Além das mudanças sugeridas aos artistas, para muitas gravadoras, cantar em inglês sempre foi um tabu. São incontáveis as bandas que foram sondadas por gravadoras que pediam para mudar o idioma de suas canções.

Muitas bandas cederam e trocaram o idioma, mas as bandas que se mantiveram fiéis ao seu som, criticam.

Outras bandas faziam o que podiam, em inglês ou português.

O importante é fazer musica do jeito que soe melhor, de acordo com o estilo de cada banda, sem se preocupar o que a gravadora vai achar disso.

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Por: difusor


CD: Música física e virtual!21/11/2010 | 04:55

Calma, não vamos discutir a importância ou diferenças de formato, como o extinto vinil, o quase extinto cd, o atual MP3 e o futuro streaming.

Queremos mostrar que o CD é importante como álbum, a compilação de um trabalho artístico.

Mesmo vivendo um momento de domínio dos formatos virtuais, o trabalho reunido em uma mídia ainda exerce seu papel na divulgação de uma banda.

Apesar de quase não ser mais uma fonte de renda para uma banda, o CD ainda é importante. É isso que diz o Copacabana Club:

Existe também o outro lado da gravação de um cd, os home studios, que estão cada vez mais acessíveis. Foi isso que fez Zeca Viana, criou um disco elogiado pela crítica e totalmente gravado em casa.

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Por: difusor


CASAS DE SHOW: Show… Onde?21/11/2010 | 04:31

Antigamente, as casas de show eram um dos poucos lugares onde as bandas podiam tocar, já que o rádio nunca deu espaço para bandas independentes.

Além da divulgação, as casas de show serviam para formar uma rede de contatos.
Zé Antônio, que viveu neste universo pré internet conta como foi, e as diferenças do pós internet.

As casas de show também servem para o principal, a performance ao vivo. Por mais que seja legal conhecer e ouvir uma banda pela internet, nada se compara a um show.

Ainda é comum uma banda tocar músicas que não estão disponíveis em lugar nenhum, nem na internet.

Também é interessante as novas casas noturnas que estão integrando shows com balada, isso permite a uma banda se apresentar para um público certeiro, que pode ainda não conhecer o trabalho da banda.

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Por: difusor


BLOGS: Conectando a música!21/11/2010 | 03:45

Para tentar atingir o ápice da metalinguagem, vamos fazer o post de um blog falando sobre a importância dos blogs para a divulgação de música independente.

Como já comentamos por aqui, o mais interessante dos blogs é que eles atingem, de maneira certeira, um público segmentado.

Conseguir a proeza de atingir o público certo é o primeiro passo na divulgação de uma banda.

Um exemplo da eficácia dos blogs é o Copacabana Club, que ficou conhecida pela reprodução de blog em blog, até cair no twitter do Kanye West.

Fomos atrás do criador do blog mencionado pela banda. O Move That Jukebox foi concebido por Alex Correa, um moleque entediado que resolveu criar um blog.

É ele quem vai dar a aula sobre blogs.

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Por: difusor